Domingo 25 de Setembro, 2022
Metodologia

A Carta Europeia de Turismo Sustentável do Alto Minho pressupõe que os parceiros institucionais do território e os agentes económicos e sociais ligados ao setor do turismo trabalham em conjunto para o desenvolvimento dos princípios de sustentabilidade da CETS. Para o efeito é necessário:

  1. Promover um processo de participação pública durante a elaboração da candidatura que deverá perdurar ao longo dos cinco anos da vigência da CETS para a sua posterior reavaliação, através da criação de estruturas participativas permanentes que colaboram na discussão e validação das diferentes fases da CETS, mais especificamente uma Equipa Técnica de Projeto e um Fórum Permanente Turismo Sustentável;
  2. Elaborar um dossier de candidatura, que consta de um formulário de candidatura, uma caraterização e diagnóstico do território, uma estratégia e objetivos para o desenvolvimento turístico sustentável a cinco anos e o respetivo plano de ação;
  3. Cada cinco anos elaborar um dossier de reavaliação, constituído por um fomulário de reavaliação, uma avaliação da execução do plano de ação anterior, uma revisão/atualização da estratégia de turismo sustentável definida para o território e respetivo plano de ação a cinco anos.

Cada candidatura/reavaliação é objeto de uma verificação que é realizada por um auditor externo nomeado pela Federação EUROPARC. Após visita de dois dias ao território, o verificador nomeado elabora um relatório para o Comité de Avaliação da CETS que decide e propõe ao Conselho Diretivo da Federação a outorga/renovação do galardão.

O processo da Carta Europeia de Turismo Sustentável no Território do Alto Minho não culminou com a apresentação da candidatura à Federação EUROPARC, muito pelo contrário, a partir desse momento iniciou-se a segunda fase deste processo, onde é necessário manter ativas as estruturas participativas constituídas, permitindo um acompanhamento e monitorização contínua da implementação do Plano de Ação 2015-2019 proposto. Passados os cinco anos de implementação do primeiro Plano de Ação, se for do interesse de todos os atores locais implicados no processo reavaliar-se-á a Carta, pedido que será formalizado com a entrega à Federação EUROPARC de um dossier de reavaliação em dezembro de 2019. 


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